Chiuvention: Testes inteligentes para determinar resistência da cor

Chiuvention: Testes inteligentes para determinar resistência da cor

A Chiuvention eleva a qualidade têxtil com testes inteligentes de resistência da cor, combinando precisão técnica, padronização e tecnologia avançada para garantir tecidos mais duráveis, estáveis e confiáveis em qualquer condição de uso.

RESISTÊNCIA DA COR: AUMENTANDO A QUALIDADE DO TECIDO POR MEIO DE TESTES MAIS INTELIGENTES

1. COMPREENDENDO A RESISTÊNCIA DA COR E SEUS PRINCIPAIS FATORES DE INFLUÊNCIA

A resistência da cor, conhecida como resistência do tingimento, é a capacidade dos tecidos tingidos ou estampados de manterem a cor. Ela indica o quão bem eles resistem ao desbotamento ou ao descolorimento em diversas condições durante o uso ou processamento.

Essas condições incluem:

  • Pressão
  • Atrito
  • Lavagem
  • Chuva
  • Luz solar
  • Exposição à luz
  • Imersão em água do mar
  • Saliva
  • Manchas de água
  • Suor

A resistência da cor é fundamental para a qualidade têxtil. Ela demonstra o quão bem um tecido mantém sua cor ao longo do tempo. Tecidos com boa resistência da cor mantêm sua aparência, mesmo após muitos usos ou lavagens. A baixa resistência pode causar desbotamento, manchas ou transferência de cor. Isso leva a problemas de qualidade e clientes insatisfeitos.

2. SEIS TIPOS DE RESISTÊNCIA DA COR EM TECIDOS

2.1 Resistência à fricção

A resistência à fricção refere-se ao grau de desbotamento da cor em tecidos tingidos devido ao atrito. Avaliamos essa resistência tanto em condições secas quanto úmidas. O avaliador baseia a classificação no grau de manchamento em um tecido branco após a fricção, atribuindo uma nota de 1 a 5. Quanto maior a classificação, melhor a resistência à fricção.

CROCKMETER: Uma máquina de teste usada para avaliar a retenção ou resistência da cor em condições de fricção secas e úmidas.
2.2 Resistência à luz
A resistência à luz mede a resistência de um tecido ao desbotamento sob a luz solar. Este teste simula a exposição ao sol e compara a amostra desbotada a tons padrão. A classificação varia de Grau 1 (ruim) a Grau 8 (excelente). Tecidos que desbotam facilmente não devem ficar expostos à luz solar direta por muito tempo. Além disso, seque-os à sombra e garanta uma boa circulação de ar.
2.3 Resistência à sublimação
A resistência da sublimação indica a quantidade de tecidos tingidos que podem perder durante o armazenamento. As peças de roupa precisam de uma classificação de resistência da sublimação de pelo menos Grau 3–4 para serem usáveis.
2.4 Resistência à lavagem
A resistência à lavagem, ou lavagem com sabão, indica o quanto a cor dos tecidos tingidos muda com o uso de detergente. Geralmente, utiliza-se uma escala de cinza para verificar a diferença de cor entre as amostras originais e as lavadas. Especialistas classificam a resistência à lavagem de 1 (ruim) a 5 (excelente). Tecidos que não lavam bem devem ser lavados a seco. Se for lavá-los, tenha cuidado. Use configurações controladas de temperatura e tempo.
2.5 Resistência à transpiração
A resistência à transpiração verifica o quão bem um tecido retém sua cor quando transpira. Isso é particularmente importante para roupas esportivas, roupas íntimas e peças de verão.
2.6 Resistência ao engomar
A resistência ao engomar indica o quão bem um tecido tingido mantém a cor quando passado. Uma resistência ao engomar ruim pode resultar em cores irregulares ou manchas após a prensagem.

3. PROBLEMAS COMUNS DE RESISTÊNCIA DA COR EM TECIDOS

Em testes têxteis e reclamações de clientes, os problemas de resistência da cor mais relatados são:

3.1 Baixa resistência à iluminação

A luz solar pode desbotar jaquetas e casacos. As costas e os ombros geralmente perdem a cor mais rápido do que as partes sombreadas. Isso causa uma aparência irregular, tornando a peça inutilizável, mesmo que antes tivesse uma cor uniforme.

3.2 Baixa resistência à lavagem, ao ensaboamento ou à lavagem a seco

Itens de seda, lã e algodão puro podem apresentar problemas com lavagem, ensaboamento e lavagem a seco. Métodos de tingimento inadequados ou corantes inadequados podem causar desbotamento após lavagens regulares.

3.3 Baixa resistência à fricção

Ao usar uma peça de roupa, diferentes áreas entram em atrito com as superfícies. Esse atrito leva ao desbotamento irregular da cor. A falha na resistência à fricção geralmente aparece nestes pontos:

  • Cotovelos
  • Coleiras
  • Axilas de camisas
  • Assento das calças
  • Joelhos das calças

3.4 Baixa resistência à transpiração

Roupas de verão e itens usados próximos à pele, como roupas íntimas, costumam transpirar. Esse suor pode fazer com que as tintas vazem ou desbotem. A resistência à transpiração é especialmente crítica para manter a qualidade da roupa e o conforto do usuário.

4. FATORES QUE AFETAM A RESISTÊNCIA DA COR E COMO MELHORÁ-LA

Tecidos que desbotam com pouco esforço podem manchar roupas próximas ou perder a cor ao serem lavados. Isso afeta sua aparência e usabilidade. Baixa resistência pode representar riscos significativos à saúde e à segurança. Tecidos de baixa qualidade podem liberar corantes ou íons de metais pesados. Estes podem entrar em contato com a pele, causando irritação ou problemas de saúde mais sérios.

Os pesquisadores categorizam os fatores que influenciam a resistência da cor dos tecidos em dois tipos:

  • Fatores internos: Relacionam-se à capacidade dos corantes de se ligarem às fibras. Uma ligação fraca entre corante e fibra leva a um desbotamento ou desbotamento mais fácil.
  • Fatores externos: incluem fatores como clima e estresse físico durante o uso. Exemplos são luz solar, atrito, lavagem ou suor. Esses elementos são difíceis de controlar.

Para ter sucesso, é melhor aprimorar a qualidade inerente do produto. As condições externas podem mudar. Com base na experiência prática, aqui estão algumas maneiras sugeridas para melhorar a resistência da cor do tecido:

4.1 Selecionando os corantes certos

A escolha dos corantes desempenha um papel crucial na determinação da resistência da cor de um produto têxtil. Mesmo os melhores auxiliares e técnicas de tingimento não conseguem compensar a má seleção de corantes. Somente os corantes certos farão com que os próximos passos para melhorar a resistência funcionem bem.

4.1.1 Escolha os corantes com base nas características da fibra

Os tipos de corantes se ligam às fibras de maneiras únicas e com diferentes intensidades. Depois de escolher a classe de corante, opte por corantes com alto desempenho de tingimento. Por exemplo, ao tingir lã, os corantes ácidos nacionais geralmente não apresentam um desempenho tão bom quanto os importados. Corantes importados geralmente resultam em cores mais brilhantes e maior resistência. Mesmo entre as opções nacionais, os corantes ácidos apresentam diferentes intensidades de ligação e vibração de tonalidade. Corantes ácidos fracos geralmente proporcionam melhor resistência da cor em fios de lã do que corantes ácidos fortes. Corantes diretos e reativos funcionam bem em tecidos de algodão e celulose regenerada. Você pode tingir tecidos de seda com corantes ácidos fracos, corantes reativos selecionados ou até mesmo alguns corantes diretos.

4.1.2 Escolha os corantes de acordo com a tonalidade e a profundidade

Depois de selecionar a classe de tinta, refine ainda mais sua escolha com base no matiz e na profundidade desejados:

  • Selecione corantes que tenham um tom semelhante ao tom-alvo. Use corantes secundários apenas para pequenos ajustes.
  • Verifique a classificação de resistência da cor do próprio corante. Se a resistência inicial for baixa, o tingimento pode aumentá-la em apenas meio grau.
  • Certifique-se de que o nível de saturação do corante seja adequado para atingir a profundidade de cor desejada. Corantes de baixa absorção podem proporcionar resultados rápidos, mas a ligação é fraca. Desbotam com o uso ou processamento.

4.1.3 Consulte as classificações de resistência dos corantes

As especificações de cada corante incluem seus índices de resistência. Escolha sempre corantes cuja resistência atenda aos requisitos do produto. Ao misturar corantes, certifique-se de que eles tenham níveis de resistência semelhantes. Um corante com índice de resistência de Grau 2-3 ou Grau 1-2 não pode produzir um tecido que atenda aos padrões de Grau 4-5. Isso é verdade, independentemente dos produtos químicos ou métodos de tingimento utilizados. Isso ocorre porque a ligação entre o corante e a fibra é o principal determinante da resistência. Ligação molecular fraca significa que nenhuma força externa pode criar uma adesão forte.

4.1.4 Considere a taxa de absorção do corante

Diferentes corantes apresentam diferentes taxas de absorção, mesmo sob condições de tingimento idênticas. Se as taxas de absorção diferirem muito entre os corantes escolhidos, pode ocorrer tingimento competitivo. Isso significa que um corante preenche a fibra primeiro, enquanto outros permanecem na superfície com ligações mais fracas. Isso causa baixa resistência e desbotamento irregular. Como resultado, as cores podem parecer muito diferentes após o uso ou lavagem. Portanto, é importante escolher corantes com taxas de absorção semelhantes. Isso ajuda a garantir uma ligação uniforme e uma cor estável.

4.1.5 Garanta uma boa compatibilidade entre os corantes

Dentro da mesma classe de corante, a compatibilidade pode variar. Quanto maior o índice de compatibilidade, melhor a interação dos corantes em misturas. Ao misturar, classifique os corantes com boa compatibilidade. Para cores difíceis de combinar, use as três cores primárias. Elas oferecem as melhores e mais equilibradas opções de mistura. Isso reduz o risco de tingimento irregular ou distorção da cor. 

4.1.6 Reduza a quantidade de corantes utilizados

Selecione uma tinta que corresponda perfeitamente à cor base desejada. Use uma ou duas tintas adicionais para refinar o tom, buscando tons dentro da mesma família de cores. Isso resulta em tons brilhantes, puros e ricos, com maior resistência. Não misture quatro ou cinco tintas. Isso dificulta a combinação de cores e a produção em massa. Essas combinações podem atingir a cor desejada, mas muitas vezes carecem de brilho e de uma forte ligação. Como resultado, a resistência da cor pode ser mais fraca.

INFRADYE: Máquina de teste de amostras de corantes de baixo custo. 

4.2 Seleção e utilização de auxiliares de tingimento

Escolher os corantes certos é importante. Além disso, usar os auxiliares de tingimento corretos ajuda a melhorar a resistência da cor. Os auxiliares corretos aumentam a absorção do corante e fortalecem a ligação entre o corante e a fibra. Isso, por sua vez, melhora a durabilidade.

4.2.1 Escolha os auxiliares certos

Após confirmar o tipo de tinta, precisamos selecionar os auxiliares compatíveis. Para tintas padrão, concentre-se em determinar a dosagem e o método de aplicação adequados. Para tons mais escuros, as tintas podem ser difíceis de esgotar. Portanto, você pode adicionar os auxiliares em lotes. Isso ajuda a melhorar a taxa de esgotamento e a força de ligação. Isso também auxilia na fixação da tinta, aumentando a resistência.

 4.2.2 Reduzir o uso de agentes de nivelamento

Os fabricantes usam agentes niveladores para tingimentos uniformes. No entanto, esses agentes podem remover a tinta. O uso excessivo pode reduzir a absorção da tinta e enfraquecer a ligação entre a tinta e as fibras, resultando em menor resistência. Para tons que tingem de forma irregular, ajuste a proporção e a temperatura da tinta. Isso ajuda a obter resultados uniformes sem depender muito de agentes niveladores.

4.2.3 Seleção de agentes fixadores

Os agentes fixadores aumentam a resistência do corante, frequentemente resultando em uma melhoria de 0,5 a 1 grau. Mas a escolha deve considerar todos os critérios importantes de resistência, não apenas um. Por exemplo, ao usar agentes fixadores catiônicos de baixo peso molecular ou poliaminas em corantes reativos, a resistência à lavagem pode melhorar para Grau 4–5. No entanto, isso pode levar a uma diminuição da resistência à luz. Observe a dosagem, a temperatura e a duração da fixação. Isso ajuda a evitar efeitos colaterais.

4.2.4 Ensaboamento e lavagem adequados

Após o tingimento, ensaboar e enxaguar bem são essenciais. A lavagem inadequada pode deixar resíduos de tinta na superfície que podem desbotar ou desbotar durante o uso. Mantenha a temperatura e o tempo corretos para remover as tintas não fixadas. Isso ajuda a prolongar a durabilidade das cores.

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4.2.5 Uso de amaciantes

Os tecidos adquirem um toque macio e encorpado quando tratados com amaciantes após o tingimento. Os amaciantes podem ser catiônicos, aniônicos, não iônicos ou à base de silicone. Mas os tratamentos de amaciamento podem, às vezes, afetar a resistência da cor. O uso de amaciantes de silicone em tecidos com corantes ácidos pode causar desbotamento da cor. Isso ocorre devido a reações químicas. É importante controlar a quantidade de amaciante. Se você usar muito, ele pode ficar pegajoso e tornar a cor opaca.

5. DESENVOLVENDO UM PROCESSO DE TINGIMENTO EFICAZ

O processo de tingimento é fundamental para verificar a durabilidade das cores têxteis. Ao realizar o procedimento de tingimento, considere o tipo de tinta e as características do tecido. Esses fatores ajudam a definir parâmetros importantes como tempo de tingimento, taxa de aquecimento e tempo de retenção.

Para tons claros, aumente a temperatura gradualmente. Use tempos de fixação mais curtos. Isso ajuda a tinta a ser absorvida de maneira uniforme e evita a exposição excessiva das fibras. Para tons escuros, uma taxa de aquecimento mais rápida funciona bem. Mas é crucial manter um bom tempo de fixação. Isso garante que a tinta penetre nas fibras e crie uma ligação forte com elas. Como resultado, a cor se fixa melhor e dura mais durante o uso e a lavagem.

Controlar o processo de tingimento é crucial para obter cores uniformes e tecidos resistentes.

6. PRINCIPAIS FATORES QUE AFETAM AS CLASSIFICAÇÕES DE RESISTÊNCIA DA COR EM TECIDOS

Os tecidos obtêm sua classificação de resistência da cor de duas maneiras: por meio de verificações visuais e por instrumentos. Os instrumentos fornecem números confiáveis, especialmente para alterações comuns de cor. No entanto, podem não detectar alguns problemas de cor incomuns ou complexos. A avaliação visual é mais subjetiva, mas geralmente proporciona um julgamento mais preciso. É por isso que muitos laboratórios de teste ainda a utilizam.

As avaliações visuais podem variar devido a fatores humanos e ambientais. Isso pode afetar os resultados. Para aumentar a precisão e a confiabilidade, devemos tomar algumas precauções:

6.1 Avaliação do ambiente

As avaliações de cores precisam ser realizadas em uma câmara escura. Essa sala deve ter paredes em cinza neutro. Essa configuração ajuda a remover os efeitos da luz externa. Os avaliadores devem usar roupas cinza. Além disso, mantenha objetos que possam distrair a atenção longe da caixa de luz.

6.2 Ângulo de visão

Incline a mesa de avaliação em um ângulo de 45 graus. O observador deve observar as amostras de frente. Ajuste a altura do assento para garantir uma linha de visão consistente.

6.3 Condições de iluminação
Utilize apenas fontes de luz padrão D65. A luz natural ou a iluminação normal do ambiente podem alterar as classificações em até meio grau.
6.4 Sequência de classificação
Como os avaliadores lidam com muitas cores diariamente, pode ocorrer fadiga visual. Comece com tons mais claros e depois experimente os mais escuros. Isso ajuda a reduzir erros causados pelo cansaço visual.
6.5 Estado físico do avaliador
A habilidade de um avaliador é fundamental. Mas sua saúde emocional e física também pode influenciar sua consistência. Não avalie quando estiver cansado, estressado ou não tiver dormido o suficiente. Esses fatores podem afetar seus resultados.
6.6 Alinhamento de amostra
Certifique-se de alinhar as amostras originais e testadas. Verifique a direção do urdume e da trama, o posicionamento do molde e a orientação do pelo. Isso é especialmente importante para tecidos como veludo cotelê. O desalinhamento pode levar a desvios de até dois níveis de classificação.
6.7 Abordagem analítica
As classificações de resistência da cor incluem avaliações de mudança de cor e manchas:
Mudança de cor: inclui variações de matiz, profundidade, brilho ou croma — às vezes combinadas. A avaliação deve ser abrangente, não baseada em uma única mudança.
Resistência à Mancha: Pense na cor original dos tecidos próximos. Por exemplo, o poliéster parece branco brilhante, mas a lã geralmente tem uma tonalidade amarelada. Devemos levar essas diferenças inerentes em consideração para garantir avaliações precisas e objetivas.

7. PRECAUÇÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DE RESISTÊNCIA DA COR
A maioria dos métodos de teste de resistência da cor visa imitar a maneira como os usuários usam os produtos. As classificações de resistência mostram o quanto uma cor muda na amostra de teste. Elas também consideram quaisquer manchas em tecidos próximos após o teste.
Casos especiais incluem resistência à luz e à lavagem a seco.
• A escala de lã azul avalia a resistência à luz.
• A resistência à lavagem a seco analisa manchas causadas por solventes.
Para avaliar a resistência da cor, considere três atributos principais: matiz, luminosidade e croma (pureza).
• A tonalidade é a forma como vemos as cores. Ela nos ajuda a distinguir cores, como vermelho, amarelo e verde. Essa diferença vem do comprimento de onda da luz.
• A luminosidade indica o quão brilhante ou escura uma cor é. A quantidade de luz refletida determina isso.
• O croma se refere à riqueza ou pureza de uma cor. Se o comprimento de onda da luz for uniforme, o croma é alto. Mas se alguém os mistura, o croma se torna baixo.
Você pode testar a resistência da cor visualmente ou instrumentalmente.
7.1 Requisitos de avaliação visual
1. Fundo: Cinza neutro, aproximadamente grau 1,5 na escala de cinza padrão (próximo a Munsell N5).
2. Iluminação: Utilize a luz do norte, das 9h às 15h. Se isso não for possível, use uma fonte de luz que forneça pelo menos 600 lux.
3. A luz deve incidir sobre o tecido em um ângulo de 45°. O observador deve olhar para a superfície de uma posição quase reta.
4. Use a mesma cor neutra para as placas de montagem das amostras originais e testadas. Cinza ou preto funcionam bem. Elas também devem ter tamanho e formato uniformes.
5. Os inspetores devem usar uniformes de trabalho cinza. Devem evitar cores que contrastem com o ambiente.


  • Classificação de alteração de cor: compare a amostra com o original. Encontre o nível de escala de cinza que melhor corresponde.
Classificação de manchas: compare o tecido manchado com um sem manchas. Isso ajuda a encontrar o nível mais próximo na escala de cinza para manchas.
Classificação Instrumental: Um técnico calibra o instrumento com uma referência de branco padrão. Ele mede a reflectância da amostra e suas propriedades espectrais. Você usa esses dados para obter valores triestímulos, coordenadas de cromaticidade e valores do espaço de cores CIELAB. Realizamos isso sob um iluminante padrão. Em seguida, ele converte esses valores em classificações de escala de cinza para alteração de cor e coloração.
7. 2 Confusão comum explicada
Às vezes, surgem dúvidas ao ler relatórios de testes. Por exemplo:
Por que o resultado do teste é Grau 3 para mudança de cor na resistência da espuma? O padrão exige uma nota de 3 a 4 ou superior, mas o relatório afirma que não está em conformidade. Isso é um erro?
Esta avaliação está correta. O grau de resistência da cor '3–4' não é uma faixa numérica, mas um nível de classificação discreto. Um resultado "3" significa que a amostra atende apenas ao Grau 3, e não ao ponto médio entre 3 e 4, portanto, não atende ao requisito ≥3–4.

8. CONCLUSÃO
Muitos fatores afetam a resistência da cor dos tecidos. É necessário um controle rigoroso em todas as etapas da produção. Isso garante que o produto atenda aos altos padrões de resistência da cor. Ele deve funcionar bem tanto no uso diário quanto no processamento posterior. Para manter a eficácia do produto, siga as instruções de uso adequadas. Preste atenção à temperatura de lavagem, ao detergente, ao método de lavagem, à fricção e à luz solar. Todos esses fatores podem afetar a resistência da cor. O cuidado adequado garante melhor desempenho e longevidade do tecido.
Para mais informações sobre métodos/padrões de teste têxtil ou máquinas de teste têxtil, entre em contato conosco através do e-mail contato@tabatex.com.br